terça-feira, 12 de março de 2013

Conhesa seu pneus em quaquer lugar.

LEGENDAS:
1 Marca e denominação registrada do fabricante.
2 Símbolo de certificação do Inmetro.
3 Largura da seção em mm.
4 Denominação do pneu (120/90-17).
5 90 % da largura da seção do pneu, que resultará na altura.
6 Tipo de construção diagonal.
7 Aro do pneu em polegadas.
8 Índices de velocidade e carga.
9 RP 38: denominação interna da linha
10 DP: Dual Prupose: uso duplo, urbano e rural.
11 Indica o uso do pneu com câmara de ar ou sem câmara de ar.
12 Data de fabricação. Ex.: 0209. (semana/ano)
13 Nome comercial da linha.
14 Dados de identificação do fabricante.
Pneus

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

pence nisso.

“Sou o que quero ser, porque possuo apenas uma vida e nela só tenho uma chance de fazer o que quero. Tenho felicidade o bastante para fazê-la doce, dificuldades para fazê-la forte, tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz. As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas, elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos."

Clarice Lispector

Médico explica como inalação de fumaça afeta saúde

Há dois problemas críticos em situações de incêndio: inalação de substâncias tóxicas e  queimaduras internas

 Fumaça inalada é perigosa não apenas por carregar toxinas, como também por sua alta temperatura

Sobreviventes de tragédias como o incêndio da boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, em alguns casos têm de conviver com sequelas físicas e psicológicas para o resto de suas vidas.
A BBC Brasil conversou com o pneumologista José Eduardo Afonso Júnior, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, para saber como a inalação de fumaça em incêndios afeta o organismo.
Afonso explicou que há dois problemas críticos em situações de incêndio: a inalação de substâncias tóxicas e as queimaduras internas provocadas pela inalação de fumaça quente.
— O monóxido de carbono que se forma a partir da queima de materiais entra pelo pulmão e cai na corrente sanguínea, ocupando espaço nos glóbulos vermelhos onde deveria estar o oxigênio.
— Quando os glóbulos vermelhos ficam tomados por monóxido de carbono, não conseguem transportar oxigênio, o que provoca a morte.
Sobreviventes da tragédia do RS podem desenvolver pneumonite química
O médico citou como exemplo casos onde pessoas morrem por inalar monóxido de carbono em uma garagem fechada.
Tóxica e Quente
Mas, no caso de incêndios, a fumaça inalada é perigosa não apenas por carregar toxinas, como também por sua alta temperatura.
'A fumaça gerada pela combustão de produtos que espumam, como plástico, já é altamente tóxica. Mas, além disso, a alta temperatura dessa fumaça causa lesões na traqueia e nos brônquios, chegando até os alvéolos' (estruturas localizadas dentro do pulmão onde ocorre a troca de gases - oxigênio e gás carbônico).
O médico explicou que, quando a fumaça muito quente é inalada, os brônquios da pessoa se fecham.
— É como uma crise aguda de bronquite que fecha os brônquios e não deixa o ar passar. Você sofre pela falta de ar e pode sentir dor porque a traqueia tem nervos que dão sensação de dor.
— A combinação da inalação do monóxido de carbono com a lesão térmica leva ao óbito em poucos minutos.
Boate Kiss
Comentando sobre a tragédia na casa noturna gaúcha, Afonso disse supor que a maioria das vítimas tenha morrido por asfixia.
— A impressão que tenho, com base apenas nas imagens que vi, é de que a maior parte morreu por causa da fumaça e do monóxido de carbono, não pela queimadura em si.
Segundo Afonso, quando há queimaduras internas por fumaça quente, a face e os cabelos da vítima também ficam queimados.
— Pelo que ouvi, os corpos não estavam carbonizados, Então, suponho que a causa da morte tenha sido asfixia.
Se há muita fumaça, e dependendo da concentração de toxinas, a pessoa perde a consciência mais rápido, ele explicou.
Tragédia em Santa Maria faz RS mobilizar população para repor estoque de sangue
Ele enfatiza, no entanto, que seus comentários são hipotéticos, pois ele não possui informações específicas sobre o caso da boate Kiss.
Sequelas
Enquanto alguns, nesse momento, lutam para enfrentar a perda de entes queridos, outros velam, ansiosos, pelas dezenas de jovens internados nos hospitais da região.
Em sua entrevista à BBC Brasil, o pneumologista José Eduardo Afonso Jr. disse que muitos pacientes que sobrevivem a tragédias como essa se recuperam completamente.
É o caso, por exemplo, de pacientes que sofreram intoxicação por monóxido de carbono e perderam a consciência mas foram resgatados a tempo.
— Ficam no suporte de oxigênio e sob monitoramento, mas o monóxido de carbono vai sendo liberado e há mínimas sequelas.
— Apenas em casos em que a oxigenação ficou baixa durante muito tempo pode haver sequelas neurológicas.
Segundo Afonso, a lesão neurológica provocada pela ausência prolongada de oxigênio no cérebro é conhecida como encefalopatia anóxica.
'Quando isso ocorre, o paciente não acorda, fica em coma'.
'Mas se a oxigenação foi revertida rapidamente, o paciente tem condições de ficar bem'.
Mais problemática, ele explicou, é a lesão térmica e química.
— A longo prazo, a cicatrização dessas lesões térmicas pode levar a doenças crônicas, como acontece com fumantes', explicou. 'Em casos mais sérios, pode haver limitação das atividades normais do paciente.
Isso ocorre porque, segundo Afonso, a cicatrização não gera um tecido idêntico ao anterior. O tecido cicatrizado muitas vezes perde sua propriedade básica, de trocar oxigênio com a corrente sanguínea de maneira eficiente.
— Dependendo do grau de lesão, há sequelas leves, onde a pessoa vive bem. Se a lesão for mais grave, a pessoa pode precisar de suplementos de oxigênio para o resto da vida, porque o seu pulmão não dá conta.
Outra consequência grave de lesões térmicas é que as queimaduras nas vias respiratórias tiram a proteção natural dos tecidos e deixam a pessoa mais vulnerável a infecções.
— A destruição da camada interna dos brônquios e da traqueia favorece infecções e muitos morrem mais tarde, vítimas dessas infecções.
— Aliás, infecções são uma causa comum de morte entre queimados, tanto em queimaduras de pele como de pulmão.
Uma outra sequela comum entre sobreviventes de incêndios é o acúmulo, dentro do pulmão, de partículas sólidas dos produtos em combustão, carregadas pela fumaça.
Estoques de pele de países vizinhos são acionados para atender Santa Maria
'Aquilo se solidifica e fica depositado lá, o pulmão não consegue se livrar desses resíduos', explicou Afonso.O médico lembrou que há várias doenças provocadas pelo acúmulo de resíduos nos pulmões, não apenas em consequência de incêncios.
Trauma Emocional
De maneira geral, a sensação de falta de ar tende a provocar pânico profundo nas pessoas, disse o pneumologista.
Ele explicou que muito depende da pessoa e do que ela vivenciou. Mas contou que transtornos de ansiedade (incluindo-se, em casos extremos, a Síndrome do Pânico) e depressão são comuns nesses casos.
— Se os seus amigos afundam sua cabeça na piscina, ficar sem respirar, mesmo que por poucos segundos, já é suficiente para causar um pânico grande.
— Entre os sobreviventes de um incêndio como esse, além da situação de estresse e tumulto, quem não conseguiu respirar certamente viverá um trauma.
Afonso citou casos de pessoas que se recuperaram bem mas começaram a ter crises de falta de ar, sem qualquer justificativa pulmonar.
'Com certeza, esses pacientes devem procurar ajuda psicológica', recomendou o pneumologista.
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sábado, 20 de outubro de 2012

Categorias: Agricultura, Meio Ambiente




Animal é erguido após ter sido abatida pelo agricultor Foto: Altosantoenoticia
Tauá - O agricultor Pedro Estrela, de 45 anos foi atacado por uma onça neste Município, a 337 km de Fortaleza. De acordo com o trabalhador rural, o animal avançou sobre ele, que se defendeu com o que tinha para garantir a própria sobrevivência. O incidente ocorreu na localidade de Escondido, distrito de Marruás, a 55 quilômetros da sede. Foi pela manhã, por volta de 8 horas quando o agricultor ia para o roçado. A defesa do homem foi possível, pois ele portava uma foice e um machado.  Durante o confronto, a onça teria derrubado a foice das mãos do agricultor. Eles lutaram e o agricultor venceu o animal, atingindo-o com um machado.
Segundo ele, a luta durou cerca de meia hora e já bastante cansado começou a gritar por socorro. Seu cunhado, o também agricultor José Carlos, residente nas proximidades ouviu os gritos de socorro e salvou o cunhado.  Carlos estava com espingarda socadeira, dirigiu-se ao local, avistou a onça em cima do agricultor e efetuou um disparo certeiro que provocou a morte do animal.
Segundo relatos de moradores, a onça morta teve a carne aproveitada pelos populares. Pesou 30 quilos e foi consumida como tira gosto em um bar na localidade de Conceição, próximo ao local do episódio.
Sufoco
Pedro ficou com o corpo arranhado e a roupa quase inteiramente rasgada, de vido ao confronto. Conta que passou um inesperado sufoco e lutou muito para não virar refeição do animal. O machado foi a sua ajuda e com ele bateu muito na onça, enfraquecendo-a.
Segundo ele, em vários momentos do confronto se viu sem fala e prestes a não suportar. Diz ainda que nunca tinha visto uma onça.
Insegurança
Não é a primeira onça que é vista na região nos últimos meses.  Os agricultores acreditam que outro animal está descendo a serra da região de Pedra Branca rumo ao sertão, em busca de alimento.
Após o episódio, a população do distrito de Marruás está temerosa, pois moradores dão conta de terem visto outros animais da mesma espécie circulando pelas proximidades. Muitos estão até sem sair de casa em certos horários temendo novos ataques.
A reportagem tentou o contato com o escritório do Ibama em Iguatu, que atua nesta região. Não obteve êxito porque recebeu informações no local de que os três técnicos do escritório estão no estado do Pará, a serviço do órgão.
Veja o vídeo feito pela Rádio Difusora de Tauá, no link http://youtu.be/8r0dsWsrLHQ

Tauá - O agricultor Pedro Estrela, de 45 anos foi atacado por uma onça.


 neste Município, a 337 km de Fortaleza. De acordo com o trabalhador rural, o animal avançou sobre ele, que se defendeu com o que tinha para garantir a própria sobrevivência. O incidente ocorreu na localidade de Escondido, distrito de Marruás, a 55 quilômetros da sede. Foi pela manhã, por volta de 8 horas quando o agricultor ia para o roçado. A defesa do homem foi possível, pois ele portava uma foice e um machado.  Durante o confronto, a onça teria derrubado a foice das mãos do agricultor. Eles lutaram e o agricultor venceu o animal, atingindo-o com um machado.
Segundo ele, a luta durou cerca de meia hora e já bastante cansado começou a gritar por socorro. Seu cunhado, o também agricultor José Carlos, residente nas proximidades ouviu os gritos de socorro e salvou o cunhado.  Carlos estava com espingarda socadeira, dirigiu-se ao local, avistou a onça em cima do agricultor e efetuou um disparo certeiro que provocou a morte do animal.
Segundo relatos de moradores, a onça morta teve a carne aproveitada pelos populares. Pesou 30 quilos e foi consumida como tira gosto em um bar na localidade de Conceição, próximo ao local do episódio.
Sufoco
Pedro ficou com o corpo arranhado e a roupa quase inteiramente rasgada, de vido ao confronto. Conta que passou um inesperado sufoco e lutou muito para não virar refeição do animal. O machado foi a sua ajuda e com ele bateu muito na onça, enfraquecendo-a.
Segundo ele, em vários momentos do confronto se viu sem fala e prestes a não suportar. Diz ainda que nunca tinha visto uma onça.
Insegurança
Não é a primeira onça que é vista na região nos últimos meses.  Os agricultores acreditam que outro animal está descendo a serra da região de Pedra Branca rumo ao sertão, em busca de alimento.
Após o episódio, a população do distrito de Marruás está temerosa, pois moradores dão conta de terem visto outros animais da mesma espécie circulando pelas proximidades. Muitos estão até sem sair de casa em certos horários temendo novos ataques.
A reportagem tentou o contato com o escritório do Ibama em Iguatu, que atua nesta região. Não obteve êxito porque recebeu informações no local de que os três técnicos do escritório estão no estado do Pará, a serviço do órgão.

como economizar energia. Dicas de economia doméstica



Horário de Verão, que entra em vigor no próximo domingo (21/10) nas regiões Sul, Sudeste e do Centro-Oeste, pode ser um bom aliado para a economia de energia elétrica. Além de contar com dias mais longos e a consequente redução no consumo e nos gastos mensais, condomínios, edifícios residenciais e comerciais podem reduzir o consumo em pelo menos 30% a partir do uso adequado do sistema de iluminação em áreas comuns, como escadas, corredores, garagem e hall de entrada.
“Quando se fala em uso racional da energia, o principal item a ser considerado é a iluminação. Medidas simples como a troca de luminárias e centrífugas de ar-condicionado proporcionam um resultado significativo. Quanto mais antigas e obsoletas forem as instalações do edifício, maior será a economia.”, explica Alexandre Reis, engenheiro eletricista da Divisão de Estudos de Inventário e de Viabilidade eEficiência Energética de Furnas.
Exemplo bem sucedido do uso racional da energia, o edifício-sede de Furnas, empresa geradora e transmissora de energia, implantou recentemente um protótipo de iluminação eficiente, pioneiro no Brasil, nas suas instalações em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Medições realizadas após a implantação dessa tecnologia em ambientes do escritório central mostraram a redução de, aproximadamente, 50% no consumo de energia, que pode chegar a uma economia de 40 MWh/ano. As ações que vêm sendo implantadas na empresa desde 1999 já reduziram o custo de eletricidade em R$ 925 mil por ano, o equivalente a 38,6% do gasto total.
A experiência na sede de Furnas virou referência e, em maio de 2012, a companhia assinou um acordo de cooperação técnica com o Ministério de Minas e Energia (MME) para criar um projeto de eficiência do sistema de iluminação do edifício onde funcionam o MME e o Ministério de Turismo, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Algumas dicas de economia para aplicação em condomínios.:Lâmpadas: As lâmpadas fluorescentes consomem bem menos energia do que as incandescentes. Um exemplo é a lâmpada fluorescente de 40 Watts, que ilumina mais do que uma incandescente de 100 Watts, com consumo inferior, e ainda possui vida útil dez vezes maior. Quando o ambiente não permitir a instalação das fluorescentes comuns, é aconselhável a troca das lâmpadas incandescentes por “fluorescentes compactas”, que são projetadas para utilização no próprio soquete comum, sem a necessidade de modificar a luminária.
Minuterias e sensores de presença: Existem dois tipos básicos de minuterias: as coletivas (para vários andares) e as individuais (para cada andar). Para maior economia, o ideal é substituir o sistema coletivo pelo individual, instalando sensores de presença. Os sensores de presença proporcionam o acendimento automático das luzes quando ocorrer movimento no ambiente, desligando-se automaticamente quando o local for desocupado. Em geral, podem ser usados em corredores, escadarias e áreas comuns do edifício.
Por já se tratar de sistemas bastante econômicos, não é recomendável o uso de minuterias e sensores de presença com lâmpadas fluorescentes. O constante “acende e apaga” reduz muito a vida útil desse tipo de lâmpada.
Garagem e hall de entrada: Em alguns casos, a garagem concentra o maior gasto de energia elétrica do condomínio. Recomenda-se o uso de lâmpadas fluorescentes neste local, desligando-se parte da iluminação durante o período de menor uso e, se possível, aproveitando a iluminação natural. Se o disjuntor da garagem for único, deve-se efetuar uma redistribuição desta ligação, adaptando-se vários disjuntores para acendimento parcial das luminárias. No hall de entrada, onde as luzes ficam acesas durante toda a noite, basta desenroscar ligeiramente as lâmpadas, para se conseguir a redução da iluminação, sem prejudicar a estética do ambiente. Pintar as paredes com cores claras também reduz a necessidade de muitas lâmpadas acesas.
Fuga de energia: É um fenômeno causado por emendas na fiação, fios desencapados e aparelhos defeituosos, que pode causar desperdício de energia elétrica. É recomendável a procura de um eletricista de confiança para a verificação da existência do problema no condomínio. Elevadores: Em edifícios de até 30 apartamentos, deve-se deixar um dos elevadores desligado permanentemente. Isto proporciona uma economia de 50% da energia consumida na oferta deste serviço.
Nos prédios com mais de 30 unidades, a recomendação é o desligamento de um dos elevadores nos seguintes horários: das 10 às 18 horas e das 22 às 6 horas. Nesse caso, a economia cai para aproximadamente 25%. Existem sistemas do tipo “agrupado”, possuindo apenas uma botoeira de chamada para dois elevadores. Nesse caso, o sistema já é econômico, não sendo aconselhável o desligamento do elevador.
Outra boa opção é o “sinalizador de elevador preso”, que aciona um sinal sonoro se alguém estiver retendo o elevador com a porta aberta. Deve-se estimular também a maior utilização das escadarias, para subir ou descer poucos andares. Esta prática, além de economizar energia, faz bem à saúde.
Dicas de economia doméstica-Os condicionadores de ar são os campeões de consumo de energia, gastando em média 240 kWh por mês se permanecer ligado oito horas por dia. Enquanto o ar condicionado consome 240 kWh, um circulador de ar gasta em média gasta 24 kWh, ou seja, dez vezes menos. “É importante regular adequadamente o termostato, mantendo a temperatura desejada constante”, recomenda Reis.
Alguns eletrodomésticos, como geladeiras, freezers, aparelhos de ar-condicionado, motores, coletores solares e lâmpadas têm consumo medido por centros de pesquisas do Governo Federal. Os mais eficientes ganham o Selo Procel. Na hora da compra, o consumidor deve priorizar esses modelos.
Confira as dicas de economia doméstica: · Roupas e tênis não devem ser colocados atrás da geladeira, pois isso aumenta o consumo de energia;
· Se você desligar o chuveiro enquanto ensaboa o corpo e o cabelo, isso reduzirá o consumo de energia (no caso de chuveiro elétrico) ou de gás (quando o sistema for a gás) e também de água;
· Ao utilizar o ferro, passe de uma só vez o maior número de peças possível e deixe o aparelho na temperatura indicada pelo fabricante para cada tipo de tecido;
· Quando for jantar ou fazer um lanche, retire todos os ingredientes de uma única vez da geladeira. O abre-e-fecha faz com que o aparelho trabalhe mais para manter a temperatura e aumente o consumo de energia;
· Troque as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, as quais gastam 60% menos energia;
· Utilizar monitor e TV do tipo LCD também ajuda bastante na economia;
· O standby também é um vilão da conta de luz, pois ele utiliza entre 15% a 40% de energia. Por isso, a dica é desligar diretamente nos aparelhos ou na tomada quando não estiverem em uso;
· Uma boa opção na hora de estudar é o uso da iluminação dirigida (spots), que torna o ambiente mais agradável e consome menos do que a tradicional luz central;
· Por fim, antes de comprar um equipamento, escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético, que possuam preferencialmente o Selo Procel de Economia de Energia.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Wilder Morais toma posse no Senado



Empresário e ex-secretário de Infraestrutura de Goiás ocupa a vaga de Demóstenes Torres, cassado na quarta-feira
Wilder Morais chegou de surpresa e tomou posse nesta sexta-feira / Agência SenadoWilder Morais chegou de surpresa e tomou posse nesta sexta-feiraAgência Senado

O primeiro suplente do senador cassado Demóstenes Torres tomou posse na manhã desta sexta-feira no Plenário do Senado, assim que foi aberta a sessão. Wilder Pedro de Morais (DEM-GO) assinou o termo de posse. As informações são da Agência Senado.

Ele chegou de surpresa e fez o juramento previsto no Regimento Interno da Casa. “Prometo guardar a Constituição Federal e as leis do país, desempenhar fiel e lealmente o mandato de senador que o povo me conferiu e sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.

A posse de Wilder surpreendeu os próprios senadores. Ele ligou hoje cedo para os integrantes da Mesa, comunicando que estava em Brasília e que desejava tomar posse. O 4º secretário, senador Ciro Nogueira (PP-PI), conduziu a rápida cerimônia de posse.

Assistiram o juramento os senadores Roberto Requião (PMDB-PR), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Ana Amélia (PP-RS). Encerrada a cerimônia de posse, o novo senador retirou-se do Plenário em direção à Chapelaria.

Com a cassação de Demóstenes Torres, Wilder terá mais seis anos e meio de mandato. O nome parlamentar adotado pelo novo senador será Wilder Morais.